terça-feira, 13 de maio de 2008

XXXI Congresso do PSD nos dias 20, 21 e 22 de Junho de 2008

Caro(a) Companheiro(a)

No seguimento de uma proposta apresentada pelo Presidente da Mesa do Conselho Nacional, Eng. Ângelo Correia, que o Conselho Nacional deliberou aprovar na sua reunião extraordinária de ontem, 12 de Maio 2008, o XXXI Congresso Nacional do PSD vai realizar-se nos dias 20, 21 e 22 de Junho de 2008, em Guimarães.

O novo texto do Regulamento da Eleição Directa do Presidente da CPN e do XXXI Congresso Nacional do PSD e o Cronograma estão disponíveis no site do PSD em http://www.psd.pt/.

Saudações Social Democratas,

O Secretário-Geral PSD.

José Ribau Esteves

domingo, 4 de maio de 2008

Feliz Dia da Mãe


As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.

A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.

Segundo Anna Jarvis seria objectivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.

Face à aceitação geral, a Sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.

A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.

Hoje em dia, muitos de nós celebramos o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis .

O amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.

E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

"consciência individual" no sentido de voto

Caro(a) Companheiro(a),

Como é do seu conhecimento, realizam-se no próximo dia 31 de Maio eleições directas para a eleição do Presidente do Partido Social Democrata.

Nas chamadas directas podem, e devem, participar no acto eleitoral todos os militantes que estejam inscritos há mais de 6 meses e que tenham as quotas em dia (a 21 de Maio terminará o prazo para pagamento de quotas).

Assim sendo, é entendimento da Comissão Política Distrital a que presido, que a escolha do sentido de voto deve ser totalmente livre e individual, não tomando esta estrutura partidária qualquer posição.

Neste sentido, a Comissão Politica Distrital de Setúbal deliberou, a exemplo de idêntica posição em directas anteriores:

- Sem prejuízo da opinião individual de todo e qualquer dos seus membros, a CPD, enquanto órgão, terá uma postura de total isenção no processo, não tomando posição de apoio a qualquer das candidaturas, no respeito pelos candidatos e pela liberdade de escolha individual de todos os militantes do Distrito;

- A CPD disponibiliza iguais meios a todos os candidatos nas suas deslocações ao Distrito: espaço para o contacto com os militantes, bem como o uso da base de dados de e-mail dos militantes existente na sede Distrital para o envio de informação da sua responsabilidade exclusiva (a base de dados não será fornecida, somente o seu uso);

- A CPD está convicta de que as eleições internas do PSD decorrerão num clima de seriedade e serenidade normal no nosso Partido e que vão servir para clarificar as diferentes posições sobre o PSD e sobre os verdadeiros problemas do País, no respeito pela pluralidade e diferenças de opinião.

- A CPD apela a todos os militantes que respeitem os resultados eleitorais do próximo dia 31 de Maio, apoiando e unindo-se em torno do líder que vier a ser eleito, como única forma de fortalecer o nosso Partido e o nosso projecto para Portugal.

Contamos com o empenho e participação de todos os militantes neste acto eleitoral.

Os melhores cumprimentos

Setúbal, 2 de Maio de 2008

O Presidente Comissão Política Distrital de Setúbal do PSD

Bruno Vitorino

quinta-feira, 1 de maio de 2008

1º de Maio


O Dia do Trabalhador foi pela primeira vez assinalado, em múltiplos países em simultâneo, inclusive em Portugal, no 1º de Maio de 1890.

Cumprindo prontamente a orientação que havia emanado dos dois Congressos Operários de Paris, realizados no ano anterior, o operariado português também saiu às ruas nesse dia, reclamando a redução da jornada de trabalho. A iniciativa foi conduzida pela Associação dos Trabalhadores da Região Portuguesa.

A partir dessa data, o 1º Maio nunca mais deixou de ser comemorado como dia da solidariedade internacional de todos os trabalhadores.

terça-feira, 29 de abril de 2008

PSD de Sines critica obras da falésia

As obras de estabilização da falésia da Praia Vasco da Gama foram criticadas pela comissão política do PSD em Sines que considera que a solução encontrada pela autarquia não resolve a questão em definitivo. “O que foi feito foi gastar o dinheiro dos contribuintes - e não foi pouco – com uma rede para impedir que as pedras que caiem atinjam os veículos e as pessoas que passam. É dinheiro mal gasto e não resolve o problema”, afirmou a presidente da comissão, Célia Bandeira.


A dirigente diz que “se está a tapar o sol com a peneira” e a prova é que “com as primeiras chuvadas começaram a cair rochas”. “Mais uma vez o presidente da câmara está a tentar fazer uma pré campanha eleitoral fazendo aquilo que não deveria ser feito”, apontou.

Assumindo que a falésia é uma das principais preocupações do partido no momento, Célia Bandeira defende que a autarquia deveria ter recorrido a uma opção menos dispendiosa e diferente do ponto de vista estético. “Uma marginal que é maravilhosa fica com um aspecto de total aberração”, considerou a responsável.

Outras obras e projectos apresentados pela câmara municipal de Sines são também alvo de desconfiança por parte dos sociais-democratas que temem que as intenções não tenham seguimento no futuro, como o caso da cidade desportiva. “Pergunto quanto custa a cidade desportiva e como estão as finanças da câmara? É fácil pôr a primeira pedra e uma placa a dizer ‘fazemos cidade’, mas quando o presidente da câmara não consegue negociar com a Transgás o preço do gás – aqui paga-se mais caro do que no interior do país – não me sinto muito á vontade para pensar que tem capacidade para negociar seja o que for para melhorar Sines”, acusou.



O PSD entende que o executivo comunista está apenas a “fazer campanha eleitoral” e, por isso, promete “chamar a atenção para aquilo que em Sines já deveria ter sido feito, mas não está, nem será feito”. “Há um mês o senhor presidente disse que os esgotos em Sines ficavam solucionados, se for verdade somos os primeiros a aplaudir, porque uma das coisas que mais nos arrepia é saber que 60 por cento dos esgotos não têm tratamento. Estamos cá para ver”, exemplificou Célia Bandeira.

AM

in Notícias de Sines de 26 de Abril de 2008

Sessão solene do 25 de Abril

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia Municipal
Exmo. Sr. Presidente da Câmara
Srs. Vereadores, Srs. Deputados
Minhas Senhoras e Meus Senhores

Começo esta minha intervenção, na invocação do 34º Aniversário do 25 de Abril, que deveria servir como base de criação de um projecto de ideais para as gerações vindouras, colocando uma questão.

O porquê do afastamento e do cepticismo dos cidadãos, especialmente os jovens, em relação à política e à participação democrática?

É assustador a ignorância revelada pela juventude, especialmente em idade escolar, acerca de assuntos políticos e marcos da nossa história democrática.
É frequente ouvir comentários depreciativos acerca da classe política, demonstrações de indiferença das decisões políticas acerca de assuntos essenciais do nosso dia-a-dia, assistindo a abstenções inexplicáveis, ao ponto dos referendos até hoje realizados, não poderem ser ratificados.
Que leitura fazer, após todos estes anos de invocação do 25 de Abril, por parte de alguns dos seus intervenientes, tendo grande parte dos mesmos se tornado na classe política actual?
Eu tenho a minha, e essa resume-se ao autismo demonstrado por toda a classe política em relação ao mundo real. O se fecharem em Assembleias discutindo estratégias e orientações definidas pelas chamadas elites, não evoluindo no sentido das necessidades, das esperanças e do bem estar dos cidadãos, sendo os mesmos considerados eleitores, ou seja, números.
Não podemos constantemente aguardar tomadas de decisões estratégicas, lançamento ou apresentação de obras em função de ciclos eleitorais.

A construção de um Estado de Direito Democrático é um processo permanente, não se resume a uma data, e como todos sabemos, tínhamos por obrigação de ter um País mais desenvolvido, mais justo e mais solidário. Um País com uma justiça mais célere, acessível a todos, onde não se confunde rigor e autoridade como ameaça à Liberdade, e onde a mesma não seja utilizada para tudo se dizer, ou fazer, não respeitando os outros.

Urge por isso a necessidade de elevar toda a classe política, que se encontra desacreditada, conquistar o interesse na actividade política por parte das gerações mais novas, e de pessoas, que pelas actividades que desenvolvem, pelas experiências que adquiriram, possam ser uma mais valia no quadro político actual, trazendo de forma descomprometida ideias e inovação para os centros de decisão.

Em jeito de conclusão, gostaria de lançar um repto aos presentes, políticos e cidadãos em geral, olhem à Vossa volta, discutam temas que considerem pertinentes ao Vosso bem estar e dos que Vos rodeiam, elaborem planos e ideias e tragam-nas aos locais apropriados de debate e decisão, sem complexos ou receios, sendo precisamente essa uma das mais importantes conquistas de Abril.

VIVA O 25 DE ABRIL

VIVA PORTUGAL

Micael Raposo PPD/PSD

sexta-feira, 25 de abril de 2008

25 de Abril


Em 25 de Abril de 1974 o Movimento das Forças Armadas (MFA) derrubou o regime de ditadura que durante 48 anos oprimiu o Povo Português. Nessa madrugada do dia inicial, inteiro e limpo (como poetizou Sophia de Mello Breyner) os militares de Abril foram claros nas suas promessas: terminara a repressão, regressara a Liberdade, vinha aí o fim da guerra e do colonialismo, vinha aí a democracia.

Com tudo isso, a Revolução dos Cravos pôs fim ao isolacionismo a que Portugal estava condenado há já vários anos e ajudou ao nascimento de novos países independentes. Constituindo-se o movimento pioneiro de enormes transformações democráticas em todo o mundo e demonstrando que as Forças Armadas não estão condenadas a ser um instrumento de opressão, podendo, pelo contrário, ser um elemento libertador dos povos.

Democratizar, Descolonizar e Desenvolver foi o lema que então fez regressar Portugal ao fórum das nações livres e amantes da paz.
Ao cumprir todas as suas promessas, os capitães de Abril transformaram o seu acto libertador numa acção única na História da Humanidade. Disso se orgulham, nisso se revêem.